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Este case foi retirado do livro Trabalho Portátil, de Marina Sell Brik + André Brik

A ticket é uma empresa conhecida no Brasil por ter um dos casos de sucesso mais bem sucedidos de programa de Home Ofice. A história começou em 2000, quanto ainda não havia muito conhecimento sobre esse tema no Brasil, e se prolongou por 10 anos até seu amadurecimento dentro da empresa, gerando uma economia de R$ 3,5 milhões em custo fixo, além de contabilizar um  crescimento de 40% nas vendas e 70% nas receitas, isso porque incluiu nesse processo apenas 150 vendedores.

Quando a empresa percebeu que boa parte de seus vendedores passavam mais tempo fora do escritório do que dentro, e de que ela precisava expandir sua área de atuação em todo o Brasil, a empresa desenvolveu seu plano de Home Office.
A Ticket centralizou todos seus processos em São Paulo, treinou colaboradores e gestores, e chegou ao ponto até de treinar a família dos mesmos, pois aqui no Brasil ainda não é comum ver pessoas trabalhando desde casa, e esse foi um esforço de 5 anos. A partir daí, chegou a hora de fechar as demais filiais, processo esse que também levou 5 anos. Ao longo desses 10 anos, a Ticket economizou R$ 3,5 milhões em custo fixo, além de contabilizar um crescimento de 40% nas vendas e 70% nas receitas.

Para fazer com que o profissional possa render o mesmo que rende dentro do escritório, a empresa dá a ele toda a infraestrutura necessária como celular, material de escritório e ajuda de custo para manutenção da banda larga de qualidade.

A diretora de RH entrevistada no case, comentou ainda que o nível de satisfação dos colaboradores e engajamento dos mesmos é altíssimo!
Ela comenta ainda que não são todos os colaboradores que elegíveis ao Home Office na Ticket, pois ainda há restrições jurídicas e de infraestrutura que não permite que isso aconteça.
Os colaboradores de Home Office mantém contato presencial com a empresa em eventos que a própria Ticket organiza, que são reuniões periódicas, festas, cursos, palestras on-line, pois é importante reforçar o pertencimento do colaborador remoto à organização.

A Ticket criou um dos modelos de Home Office mais completos e maduro no Brasil, e para isso investiu em muita pesquisa e adaptação ao longo dos anos e não se acomodou. "É necessário ficar no pé de alguns colaboradores que trabalham demais, ou de outros que não sabem o que fazer com tanta autonomia. Alguns gerentes ainda têm que aprender o momento certo de entrar em contato, outros ficam três dias sem ligar e deixam o colaborador preocupado.", comenta Bedani diretora de RH.

O Home Office não foi fácil de se implementar, mas foi mais fácil do que a Ticket imaginava.

Leia o case completo no livro Livro Trabalho Portátil, de Marina Sell Brik + André Brik
http://www.gohome.com.br/portfolio-item/livro-trabalho-portatil/

Fontes:
Livro Trabalho Portátil, de Marina Sell Brik + André Brik

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